A edição do Profissão Repórter desta terça mostrou a realidade que não é divulgada nos principais noticiários. A favela de Heliópolis e sua realidade. Como o Caco disse para mim em uma entrevista na sexta, a reportagem de hoje mostrou que essa manifestação não é mais uma qualquer porque uma garotinha morreu. Já são cinco vítimas que não tem solução, portanto, nada mais justo do que protestar contra a morte de mais uma inocente.
Infelizmente a violência policial está presente nas capitais brasileiras. Pode ser fatalidade as mortes, mas também existe muito exagero nas abordagens policiais, e muitos que são mal intencionados, atirando e discriminando todos da comunidade.
A reportagem também mostrou que o toque de recolher é uma realidade nas favelas, coisa desmentida pela polícia paranaense no caso da chacina do Uberaba, onde oito pessoas foram cruelmente assassinadas na noite de sábado, por não respeitarem o toque de recolher imposto pelos traficantes da região.
Através de programas como esse - um raro que não mostra o sensacionalismo, mas sim a realidade - que o povo brasileiro estará ciente de como é a vida nesse país.
O programa de hoje foi fantástico. O mais legal é mostrar como é a vida e o lado deles e fugir do tradicional lado policial. Aliás, o que foi aquela abordagem em um integrante da equipe do Caco, isso mostra como a polícia aborda, já com a arma em punho e depois conta outra coisa, mas tudo foi filmado. Nós, jornalistas, devemos fugir das palavras oficiais e sentir na pele. O caso no Uberaba é um exemplo.
ResponderExcluirPor tudo o que já se conhece do significado favela, a de acrescentar o rompimento, a desordem e a deflagração do caos, contra a autoridade do poder sócio-político cultural; refletindo não somente em suas áreas de localidade, mas, em todas as estruturas e infra-estruturas da sociedade fazendo desta, vitima e refém, sitiando, sufocando e por fim asfixiando-a; não se trata apenas de uma conduta ou comportamento e, ou do desordenado amontoado de construções e desestrutura arquitetônica urbana, mas sim, da eutanásia da progressiva civilização que ao invés de avançar, esta cada vez retroagindo, mesmo com as descobertas da ciência e desenvolvimentos tecnológicos, não percebendo, nem assimilando e não absorver tais conhecimentos, seja como indivíduos ou, como coletividades; pois, vivem em uma redoma hermeticamente fechada, porem, em acelerada e continua expansão de crescimento, e esses "ideais" de favelamento, se instala no pensamento e se manifesta nas atitudes de forma gradativa e de maneira gradual, ora ,na Republica, nos Estados e nos governos como se é conhecido, tudo e todos estará correndo risco de extinção, pois, na democracia vence a maioria.
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