O grande mérito do campeão do primeiro turno? Não é somente um. O principal é o contestado técnico JR Carrasco. Chegou, ganhou a confiança do grupo e uniu um time que acabou de cair para a Série B. Desmontada, a equipe conseguiu um segundo trunfo. Bons retornos, como de Bruno Mineiro e Ricardinho. Desde o começo do Paranaense ditaram o ritmo. Para coroar, Ligüera. Desse jeito, o maestro Baier nem fez tanta falta.
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O técnico uruguaio tinha fama de ser um técnico sem sorte e que não agradou os conterrâneos quando treinou a Celeste. Apesar de quieto e "fugitivo de coletivas de imprensa", dentro de campo conseguiu montar um time equilibrado. Não é bom. O melhor foi a união do grupo, que contou até com apostas de perfumes.
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